Instituto Pensar - Bolsonaro afirmou que Brasil terá mais de 220 milhões de vacinas em março

Bolsonaro afirmou que Brasil terá mais de 220 milhões de vacinas em março

por: Igor Tarcízio 


O presidente Jair Bolsonaro ? (Foto: Evaristo Sá/AFP)

Refutando críticas sobre o atraso da imunização do Brasil em relação a outros países, nesta segunda (1º), o presidente Jair Bolsonaro afirmou que o Brasil terá mais 220 milhões de vacinas neste mês de março. Segundo o mandatário, o país só poderia iniciar a compra dos imunizantes após a aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Com 8,43 milhões de doses aplicadas, o Brasil aplicou, até o início da manhã desta segunda-feira (1º), quatro doses de vacinas contra o coronavírus para cada grupo 100 pessoas. O desempenho coloca o país na 47ª posição do ranking proporcional de imunização, demonstrando que o ritmo para a contenção da pandemia ainda é lento. Em números absolutos, ou seja, no total de doses aplicadas, o país está em sexto lugar.

"Alguns criticam o Brasil? a vacina a gente só podia comprar depois que a Anvisa autorizar, não podia comprar qualquer negócio que aparecesse. Então essas vacinas começaram a ser certificadas pela a Anvisa e estamos comprando?, discursou a seus apoiadores.

Leia também: Bolsonaro desdenha mais uma vez de medidas para conter Covid-19

Bolsonaro enfatizou que o Brasil é o sexto país que mais vacina no mundo e lembrou que a imunização em Israel está avançada.

"Tem Israel que está na frente, mas quantos habitantes tem lá? Lá são nove milhões de habitantes, se não me engano, então é fácil dizer que vacinou 30% da população. Eu acho que nos vacinamos mais do que eles em valor absoluto. Agora é outro país, né? É um país que não tem uma gota de petróleo, não tem terra fértil, não tem água, não tem nada. Só que tem um povo que realmente se dedica e tem uns políticos diferente dos nosso aqui, onde eu me incluo também, é uma titica geral. Não tô criticando os outros não, é todo mundo?, declarou.

O chefe do Executivo afimou que uma comitiva brasileira será enviada a Israel na próxima quarta-feira (3) para fechar um acordo sobre o spray nasal, que deve ser testado no Brasil. Bolsonaro, no entanto, voltou a defender o tratamento sem eficácia como forma de combate à Covid-19.

"Esse de tratamento precoce fala de ivermectina, hidroxicloroquina, Anitta, seja o que for, não tem efeito colateral, porque não tomar? Parece que quanto mais morrer, melhor para alguns setores Que ver uma coisa, nós somos a oitava economia do mundo, o nosso IDH não é tão bom quanto de primeiro mundo. O que leva o país a ser o 26° no número de mortos por cada mil habitantes alguma coisa tá acontece aqui, só pode ser o tratamento precoce, não tem outra explicação pra isso. E por que a grande mídia teima ainda em criminalizar quem fala isso??, questionou.

Vacinas não, cloroquina sim

Na última segunda-feira (22), o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, se reuniu com o ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), Benjamin Zymler.

Pazuello quis prestar esclarecimentos sobre a situação atual no Brasil na compra de vacinas contra a Covid-19 e a recomendação do uso de cloroquina no tratamento da doença. Zymler é o responsável no TCU por acompanhar as ações da pasta para o enfrentamento da pandemia.

Com informações da CNN Brasil e R7



0 Comentário:


Nome: Em:
Mensagem: